Ética Filosófica

A ÉTICA COMO ELEMENTO DE HARMONIA SOCIAL EM SANTO AGOSTINHO: Livro em formato PDF

  • Autor(es): MONTAGNA Leomar Antonio ;
  • Ano: 2009
  • ISBN: 978-85-61837-09-9
  • Edição: 1 em formato PDF
  • Páginas: 180
  • Sumário: Download
Gratuito

Sinopse

A ética como elemento de harmonia social em Santo Agostinho é uma publicação on-line da Editora Vivens Ltda, em formato PDF:



A presente obra procura demonstrar que o amor é o sinal distintivo dos cidadãos da Cidade Celeste e o fundamento da moral tanto individual quanto da sociedade humana e tem por meta a busca da felicidade do homem. O amor gera a concórdia que, num plano social, é a base de uma sociedade justa. Dessa forma, Agostinho faz da ordem social um prolongamento da ordem moral interior; assim, a organização dos homens em sociedade, fundamentada no amor, não tem outra finalidade senão garantir a paz ou felicidade temporal dos homens, com vista à paz eterna ou à verdadeira felicidade.


Esta obra é composta de três capítulos. No primeiro capítulo, descrevem-se os caminhos da vida de Santo Agostinho, e, nele, o ?Homem Agostinho?, identifica-se o homem enquanto humanidade em qualquer tempo e contexto. No segundo e terceiro capítulos, abordam-se os princípios da ética agostiniana e sua dimensão social que é o amor.


Estudar a ética como elemento de harmonia social em Santo Agostinho é estudar o problema do amor. Para ele, o amor está na própria natureza humana. Trata-se de um apetite natural, pressuposto pela vontade livre, que deve, iluminada pela luz natural da razão, orientá-lo para Deus. O amor é, pois, uma atividade decorrente do próprio ser humano. O amor, neste sentido, é uma espécie de desejo. O desejo é uma tendência que inquieta o homem, fazendo-o querer possuir tudo aquilo que é distinto dele mesmo, tendo como fim último torná-lo feliz. Mas, para que o homem seja realmente feliz, é necessário que, por meio da virtude, ele ordene o seu amor-desejo em relação a todas as coisas e o oriente para Deus, único capaz de satisfazê-lo plenamente.


No pensamento de Agostinho, o amor é intrínseco ao ser do homem do qual não podemos separá-lo. E, se há um problema, este não diz respeito ao amor como tal, nem à necessidade de amar, mas unicamente à escolha do objeto a ser amado, ao valor ou intensidade que se dá ao objeto amado, pois, em si, ele é um bem.


Dentro do princípio da ordem dos seres, o amor é o parâmetro na hierarquia de valores das coisas a serem amadas. Nesta hierarquia das coisas a serem amadas, Deus aparece em primeiro lugar: a Ele deve-se amar com todo amor. Para Agostinho, a força maior da moral interior é o amor, expresso no duplo preceito da caridade: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo".



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