Filosofia

DIMENSÕES FUNDAMENTAIS DA ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA DE FIDELINO DE FIGUEIREDO

  • Autor(es): CAPORALINI JOSÉ BELUCI;
  • Ano: 2012
  • ISBN: 978-85-61837-70-9
  • Edição: II Edição Revista e Ampliada
  • Páginas: 296
R$ 39,90

Sinopse

O presente estudo tem na filosofia evolucionista spenceriana o seu modelo teórico, à luz do qual procura-se analisar o pensamento antropológico de Fidelino de Figueiredo. A discussão focaliza o problema da centralidade do homem e a ascendência do espírito no pensamento desse autor e procura mostrar que a leitura de Amorim de Carvalho é excludente e empobrece o sentido da obra fideliniana.
O tema é articulado assim:
Apresentam-se alguns dados da biografia pessoal e intelectual de Fidelino de Figueiredo para se entender o porquê do interesse fideliniano pelo tema do homem, pela sua constante compreensão do homem em todas as situações em que se encontre.
O capítulo I mostra o interesse do autor luso pelos problemas de sua época, notadamente, a cultura e a civilização. Já aí começa a aparecer a sua teoria termatológica ou dos limites.
O problema da liberdade - determinismo é enfocado no capítulo II. Apesar de um pouco ambíguo, vê-se que o escritor português pauta-se por um determinismo mitigado.
O capítulo III versa sobre o problema ético, no qual se vê a importância da atitude ética de compromisso e responsabilidade do intelectual, segundo Fidelino, diante da crise contemporânea.
Do enfoque antropológico do autor provém a sua visão ética elitista, da qual emana o seu interesse apartidário pela política. A paz não é um dom, mas uma conquista permanente do homem, de todo homem, que queira viver em harmonia com os demais. É o que se examina no capítulo IV.
O capítulo V aborda o problema do Absoluto no pensamento de Fidelino de Figueiredo e a importância que ele tem em seus escritos.
No capítulo VI pondera-se sobre a noção termatológica na onto-antropologia fideliniana. Apesar de sua natureza dual, o autor ressalta a nobreza do homem e rejeita a teoria do existencialismo de matiz francês que vê a existência humana como um absurdo.
O capítulo VII aborda o problema fundamental que é a morte. Examina-se o problema sob várias perspectivas, a fim de se ver a sua capital importância no pensamento do escritor português. Rejeita-se a interpretação de Amorim de Carvalho, por ser excludente.
No capítulo VIII tecem-se algumas observações críticas sobre o pensamento fideliniano e aponta-se a possibilidade de se fazer mais de uma leitura desse pensamento antropológico. Enfatiza-se também a sua validez universal.

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