Ética Filosófica

ÉTICA E ESTADO EM AGOSTINHO DE HIPONA (354-430)

  • Autor(es): MONTAGNA Leomar Antonio ; DIAS José Francisco de Assis; FRANZINI Alexandre José ;
  • Ano: 2014
  • ISBN: 978-85-8401-004-2
  • Edição: I Edição
  • Páginas: 252
R$ 39,90

Sinopse

A nossa pesquisa se propõe discutir a natureza e a função do Estado, segundo Santo Agostinho. Em primeiro lugar, ao tratarmos da origem e natureza do Estado, consideramos que o fundamento do mesmo é teológico-religioso. Pautado na autoridade das Sagradas Escrituras, Santo Agostinho afirma a existência de duas cidades místicas: a cidade de Deus e a cidade terrestre, que embora sendo distintas coexistem. Neste sentido, os eleitos da cidade de Deus são aqueles que se consideram peregrinos nesta vida, isto é, desejam retornar a Deus. Em sua concepção, a origem do poder é divina, e o fundamento do Estado é teocêntrico. A vida temporal deve ser vivida em vista da vida eterna. Em segundo lugar, no que diz respeito ao exercício do poder político, notamos que a função do governante é promover o bem comum, buscando atender todas as necessidades sociais, bem como aplicar a correção aos que turbam a ordem do Estado e exercer seu cargo como serviço. Não obstante, a força coercitiva é utilizada como instrumento prático para garantir a ordem social. A finalidade do Estado consiste em estabelecer a paz temporal e zelar pela sua manutenção. A política encontra na ética cristã sua função e finalidade. Neste sentido, buscamos compreender em que consiste a felicidade no Estado cristão. Pretendemos ainda compreender o debate estabelecido entre Santo Agostinho e alguns de seus correspondentes, os quais atribuem a decadência do Império romano à doutrina cristã. Como via para a felicidade no Estado, Santo Agostinho propõe o exercício da piedade e das virtudes morais.

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