Filosofia

IDEIAS E CAUSALIDADE NA EPISTEMOLOGIA DE DAVID HUME (1711-1776)

  • Autor(es): MONTAGNA Leomar Antonio ; DIAS José;
  • Ano: 2014
  • ISBN: 978-85-8401-013-4
  • Edição: I Edição
  • Páginas: 182
R$ 39,90

Sinopse

Com alegria indizível, apresentamos aos amantes do pensamento de David Hume, esta obra coletânea que põe em harmonia os trabalhos dos professores João Paulo Domingues, autor da primeira parte, e Donizeti Aparecido Pugin Souza, autor da segunda parte. A primeira parte, O PROBLEMA DA CAUSALIDADE NA EPISTEMOLOGIA DE DAVID HUME, tem por objetivo refletir sobre uma parcela significativa do pensamento de David Hume, especificamente a sua teoria do conhecimento, dando ênfase especial ao problema da causalidade, pois cremos ser este o assunto central de sua filosofia.
Diante dessa problemática, temos por objetivo fundamental responder os seguintes questionamentos: quais os elementos necessários para a fundamentação da visão humeana no que concerne ao problema da causalidade? Quais as possíveis consequências provenientes dessa visão?
Para alcançar seu objetivo, o Autor divide a sua pesquisa em três capítulos: no primeiro demonstra como Hume explica a formação das ideias em nossa mente e como a nossa imaginação associa tais ideias dando origem a ideias novas; no segundo capítulo, a sua intenção consiste em discutir o problema da causalidade em Hume a partir de várias temáticas, tais como, o hábito, a conexão necessária e a crença.
Por fim, no último capítulo, o Autor se propõe como objetivo refletir sobre a principal implicação decorrente da argumentação de Hume em relação ao problema da causalidade: o ceticismo. A segunda parte, A ORIGEM DAS IDEIAS E O PROBLEMA DA CAUSALIDADE NA EPISTEMOLOGIA DE DAVID HUME, o Autor apresenta, em David Hume, o
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caráter cognoscitivo do homem como essencial à compreensão de sua natureza.
Distinguindo as percepções em Impressões e Ideias, Hume inicia um complexo sistema epistêmico que culminará nos princípios associativos da mente humana. Um desses princípios, a causalidade, é a responsável pela formação de crenças no homem, devido à influência estabelecida pelo hábito ou costume.
Nessa perspectiva, observa o Autor, nossas crenças relacionadas à relação de causalidade entre dois objetos não passam de associações mentais, não possíveis de certeza e verificação empírica.
Duas correntes de interpretação avaliam a filosofia humeana confirmando-a ora como cética ora como portadora de uma espécie de psicologismo ou naturalismo, sem, contudo, negar sua postura crítica em relação à Metafísica como forma de conhecimento.
Analisando a origem das ideias e suas implicações na crítica e reconstrução da teoria da causalidade propostas por Hume o Autor aborda o eixo de sua epistemologia que nos servirá de base para a compreensão de sua filosofia da natureza humana.

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