Gestão do Conhecimento

Gestão do Conhecimento: ?BA? Físico e Compartilhamento do Conhecimento

  • Autor(es): MELLER FILHO Amaury; DIAS José Francisco de Assis; SANTOS Miguel Ângelo De Marchi dos ;
  • Ano: 2016
  • ISBN: 978-85-92670-10-8
  • Edição: 1
  • Páginas: 78
  • Sumário: Download
Gratuito

Sinopse

Apresentamos ao público algumas reflexões esboçadas em nosso percurso formativo, ao longo deste primeiro ano de Mestrado em Gestão do Conhecimento nas Organizações, junto a UNICESUMAR.
Para que seja possível falar sobre BA inicialmente é necessário defini-lo através de seu criador o filósofo Kitaro Nishida, ?como um espaço para emergir relacionamentos, esse espaço pode ser físico, virtual, mental ou qualquer combinação destes?.
Ver-se-á que esse espaço está presente nas organizações em todas as suas áreas e presente na gestão do conhecimento em todas as etapas de seus ciclos ou nos modelos de gestão aplicados nas organizações, isto porque é inerente de qualquer organização que busque o conhecimento, momentos para se relacionar através de reuniões, para explicitar conhecimentos novos, para realizar brainstormes, para internalizar processos através de treinamentos ou para resolver emergências. (NONAKA, 2008)
Será analisada a importância do ?BA Físico? para a organização, evidenciando o seu uso e sua importância, dentro de uma Organização que busca a gestão do conhecimento.
Na economia atual, competitiva e globalizada, não é exagero afirmar que o conhecimento é o recurso mais importante que uma organização pode e deve ter. Nesta linha, Crawford (1994, p. 15) afirma que,

...informação e conhecimento substituem os capitais físicos e financeiro, tornando-se uma das maiores vantagens competitivas nos negócios; e a inteligência criadora constitui-se na riqueza da nova sociedade.

O conhecimento, que não é um produto pronto e acabado, exige o concurso de pessoas na sua construção e aquisição, bem como conservação e divulgação. Portanto, conhecimento passa necessariamente pelo ser humano.
Como as empresas podem captar ou adquirir conhecimento? Existem diversos caminhos, uns mais fáceis, outros mais difíceis, uns mais dispendiosos, outros nem tantos, uns com bases tecnológicas avançadas, outros simples e diretos. Todos estes também passam necessariamente pelo ser humano e o que as empresas têm utilizados nos últimos anos e tem dado bons resultados, é o que a Gestão do Conhecimento, chama de compartilhamento.
Esse processo de compartilhamento de conhecimento, na visão de Tonet e Paz (2006) é o comportamento do indivíduo de repassar o que sabe a pessoas com quem trabalha e de receber conhecimento que elas possuem. Portanto colaboradores ou empregados nas suas relações diárias, desde que estimulados e em um ambiente que propicie esta interação, podem repassar uns aos outros conhecimentos que possuem. A consequência esperada desse comportamento é que o destinatário ou receptor assimile o conhecimento compartilhado pela fonte ou emissor.
Aborda-se a liderança, suas responsabilidades e influências no compartilhamento do conhecimento. Destaca-se que o líder é a ponte entre as pessoas: o promotor do compartilhamento.
A comunicação, com suas especificidades será o tema do segundo capítulo. Sintonia entre emissor e receptor; linguagem comum entre ambos e ruídos serão destacados neste processo do compartilhamento do conhecimento.
Compartilhamento nem sempre fácil de ser conquistado, mas que é o grande diferencial competitivo das organizações e que passa necessariamente pelas lideranças e liderados que sabem comunicar-se com qualidade, com ou sem o uso das tecnologias.

Boa leitura!

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