Filosofia Medieval

Conhecimento e Condição Humana

  • Autor(es): MENIN Ademir; DIAS José Francisco de Assis; MONTAGNA Leomar Antonio ;
  • Ano: 2016
  • ISBN: 978-85-92670-18-4
  • Edição: 1
  • Páginas: 198
  • Sumário: Download
Gratuito

Sinopse

Com alegria indizível, apresentamos aos amantes da antropologia filosófica e da epistemologia, esta obra coletânea que põe em harmonia os trabalhos dos professores Fernando Ferreira, autor da primeira parte, e Djonh Denys Souza dos Reis, autor da segunda parte.
Na primeira parte, intitulada ?A religião cristã como fundamento antropológico em Blaise Pascal (1623-1662), o Autor pensa o homem e suas contradições como sendo um problema que acompanhou toda a história da filosofia. Desse modo, a finalidade da sua pesquisa é apresentar a concepção de homem concebida por Blaise Pascal, a qual consiste na compreensão de que este é um ser contraditório.
Pascal foi um filósofo que discutiu a questão da condição humana, tentando destacar a falta de sentido no que tange à existência do homem. Ele descreve o ser humano de maneira trágica, colocando-o como um ser insignificante e miserável no interior de um universo infinito, constantemente iludido pela imaginação e pelo divertimento. No entanto, sua antropologia Pascal tem por preocupação encontrar um referencial para o homem. Referencial proveniente da religião cristã, a partir da ideia do pecado original.
Desse modo, o Autor conclui que somente a religião cristã é capaz de conferir algum sentido existencial ao homem. As verdades da fé e questões relacionadas à existência de Deus sendo incompreensíveis acabam por ser o objeto de uma aposta, que colocam o homem como aquele que deve empenhar a sua vida para obter um ganho infinito.
Na segunda parte, intitulada ?A religião cristã como solução para a miséria humana no pensamento de Blaise Pascal (1623-1662)?, o Autor aborda, inicialmente, os dados biográficos e o contexto histórico de Pascal.
Depois, o Autor faz uma análise da visão pascaliana de homem, aonde aborda, de maneira aprofundada, o problema da miséria e da finitude humana. Dentro desse âmbito, aborda o tema das forças enganadoras como a imaginação, o costume e o divertimento.
A ideia básica é a do homem como ?caniço?, mas um caniço que pensa e é digno, pois tem consciência da sua própria miséria. A partir do princípio do Pecado Original, o Autor mostra o que levou o homem a tal estado, tendo em vista que, embora Deus o tenha criado justo e santo, a sua natureza é vazia e sem sentido.
No capítulo final, o Autor aborda a necessidade da religião cristã e da aposta em Deus para preencher o vazio existencial que se manifesta na esfera antropológica.

Boa leitura!

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